Não sabemos se, em outras regiões do planeta, o MST promoverá invasões de propriedades privadas, destruirá laboratórios de pesquisa e escravizará seus integrantes, como sempre fez por aqui. Também não sabemos, se lá fora o famigerado movimento será financiado com dinheiro público e terá cargos nos governos, como acontece sob o governo do PT no Brasil. Daqui a pouco a gente fica sabendo se o terror que espalham por aqui será também espalhado lá fora. O fato é que o bando continua estreitando relações com países aonde as liberdades passam muito longe. Reportagem da Gazeta do povo dá conta de que, nos últimos dois anos, a tigrada tem intensificado as agendas e reforçado os laços com ditaduras como Venezuela, Cuba e China. Nessa toada, o movimento conseguiu convencer o ditador Nicolás Maduro, de que é capaz de produzir milho, feijão e soja na Venezuela. Além de Nicolás Maduro, o movimento também tem relações com a Palestina, o Haiti e a Zâmbia, países onde opera para fortalecer a formação política de seus militantes, sempre ligada a movimentos, que decidiram apelidar de "revolucionários".
Para a empreitada, o MST leva estudantes para Havana, recebe implementos agrícolas de Pequim e disponibiliza apoio à tal "revolução bolivariana" na Venezuela. Para a advogada Anne Dias, diretora de uma organização que promove a liberdade em 4o países, as relações internacionais do MST demonstram um alinhamento ideológico com regimes autoritários e economias fracassadas. São países que enfrentam crises profundas, tanto econômicas quanto sociais e de direitos humanos, o que questiona seriamente o modelo que o MST defende e promove. Sob o pretexto de lutar contra a exploração imperialista e intervenções estrangeiras, o movimento na verdade endossa regimes que sufocam liberdades individuais e mantêm suas populações na pobreza. Talvez, ao levar sua incompetência e violência para outros países, o MST deixe a agricultura brasileira em paz, para produzir os alimentos que o Brasil e o mundo tanto necessitam.
Vicente Lino.