Primeiro, o mega empresario Elon Musk comprou o twiter e decidiu que não haveria regulação de conteúdo e, muito menos censura na sua rede. Atendia então, o Marco Civil da Internet e as leis brasileiras que preveem sanções em caso de injuria, calunia e difamação. O tal sistema estranhou partiu para cima e, no limite, derrubou o twiter prejudicando 22 milhões de brasileiros que não tinham absolutamente nada com o barulho. Os tais checkadores de fato foram mantidos. É aquela gente que tenta nos convencer de que somente eles sabem o que é verdade. Ocorre que redes estão, ou deveriam estar aí, para que cada usuário fale o que quiser e debata cada assunto de acordo com seus conhecimentos e sua consciência. Sabe-se, também que, já foram aprovadas leis no Congresso para punir os infratores, caso ultrapassem os limites legais. As tentativas disfarçadas para calar vozes dissidentes não passam de censura.
Governo, STF e boa parte do Congresso, com o apoio da imprensa, seguem insistindo na aprovação de leis cujo objetivo único é a supressão do debate e a imposição do pensamento único. Agora o Twiter acaba de ganhar importante reforço com a chegada de Mark Zuckerberger. O dono da Meta, facebook, instagram e what zapp declarou importante mudança nas políticas de moderação em suas redes. A partir de agora a moderação será feita pelos próprios usuários no que ele chamou de Notas da Comunidade. Ainda bem. O colunista da Gazeta do povo, Roberto Motta, acertou na mosca. “O petismo e a esquerda identitária nunca conseguiram esconder o desejo de controlar o que pode ser dito on-line, no máximo camuflando-o sob o pretexto de “regulação” das mídias sociais”. Mark Zuckerberger atingiu um nervo sensível no vasto organismo de censura atualmente em funcionamento no país. Ainda bem.
Vicente Lino.