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Coluna/Opinião

O MST quer um curso de medicina para chamar de seu.- Vicente Lino.

Data: Quarta-feira, 15/10/2025 10:32

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), conhecido por tocar o terror no campo com invasões de terras, agora busca um curso de medicina para chamar de seu. O movimento está exigindo a criação de 80 vagas no curso de medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), para um grupo específico composto por assentados e quilombolas.

A universidade tenta nos convencer de que se trata de uma ação afirmativa legítima, com o objetivo de reduzir desigualdades e promover a educação no campo. Mas, a iniciativa levanta questionamentos por parte de críticos, que apontam ilegalidades em relação à Lei de Cotas (12.711/2012) e aos princípios constitucionais de igualdade e acesso universal à educação.

A proposta prevê que o MST ingresse no curso de Medicina em um regime especial, com vagas garantidas e sem a necessidade do vestibular tradicional. A busca pela inclusão, por meio de processos seletivos diferenciados, gera debate, especialmente por se tratar de um curso de alta demanda como Medicina. Fica claro que o movimento quer ir muito além da ocupação de terras que considera improdutivas.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) afirma que as invasões de terra têm se intensificado nos últimos anos, resultando em destruição de patrimônio e prejuízos significativos. Segundo a FPA, já houve destruição de laboratórios e campos experimentais, aniquilando anos de desenvolvimento científico e causando danos irreparáveis à pesquisa agropecuária nacional. Relatam-se, ainda, matança de animais, vandalismo e desrespeito à propriedade privada.

A ideologia do MST é claramente refletida em suas iniciativas educacionais, pregando o marxismo no futuro da educação dos jovens. Essa ação é um desastre para um país que se quer democrático. A ênfase na militância política e a visão de mundo focada na luta de classes poderiam limitar a pluralidade de ideias e direcionar o futuro dos estudantes para campos ideológicos, em detrimento de uma formação neutra e abrangente.

O debate se concentra na necessidade de o MST respeitar a legalidade, a propriedade privada e a autonomia do ensino.

Vicente Lino.

O MST quer um curso de medicina para chamar de seu.- Vicente Lino.