O que assistimos nos últimos dias não é justiça: é perseguição política escancarada. O senador Flávio Bolsonaro já está sob a mira de inquéritos por simplesmente exercer seu direito de crítica e provocação política. Já o ex-governador Romeu Zema está sendo empurrado para o nebuloso "Inquérito das Fake News" por causa de um vídeo satírico. Não é coincidência.
A estratégia do sistema é asfixiar qualquer tentativa real de mudança, exatamente como foi nas últimas eleições. É nefasta a ação de autoridades que agem para impedir a alternância no poder. Essa falta de escrúpulos exibe um plano nítido para desidratar as lideranças da oposição, torná-las inelegíveis ou até mesmo prendê-las. Se a direita baixar a guarda em nome de uma falsa "harmonia", o preço será a liberdade de todos nós. O objetivo do sistema Lula-STF é reprisar o cenário das últimas eleições, onde as vozes dissonantes foram caladas.
A oposição não pode recuar; deve seguir o exemplo de coragem de Romeu Zema e expor, com nomes e sobrenomes, os absurdos cometidos por ministros que extrapolam suas funções. Não se trata de ataque às instituições, mas de defesa da democracia contra quem a sequestrou. É hora de usar a criatividade e a verdade como armas contra a censura, porque sabemos o que o TSE fez nas eleições passadas. O Brasil decente exige transparência e regras iguais para todos — e não um instrumento de punição para quem ousa questionar o sistema. A normalidade democrática só voltará quando o medo mudar de lado e as autoridades entenderem que o poder emana do povo, e não de canetadas autoritárias. Precisamos resistir e elevar o patamar de consciência da nossa gente.
Ou reagimos agora, com firmeza e unidade, ou o futuro do nosso país será decidido em gabinetes fechados, longe da vontade popular. O Brasil é nosso, e a liberdade não se negocia!
Vicente lino.