No período de enfrentamento do novo coronavírus, muitas pessoas ficam com dúvidas sobre os meios para se defender da doença, por isso, o Prefeito Municipal de Juína, Altir Peruzzo, respondeu algumas perguntas feitas pela população:
Não seria prudente adotar as barreiras sanitárias nas entradas da cidade e monitorar quem entra e sai?
- Toda e qualquer atitude tem um efeito prático, mas em cada uma delas você analisa o custo benefício, e aí toda a orientação das equipes de saúde, do COE, analisando essa questão de custo benefício entende-se que a barreira não tem um efeito prático como as pessoas imaginam que tenha. Diante principalmente daquela situação, todo mundo que vai pegar a estrada ele não saí se ele estiver doente, se ele estiver com febre, fato é que está ali medindo a temperatura de todo mundo que chega de ônibus e que sai de ônibus, esses dias todos, e não pegam ninguém com febre, coisa assim, por que quem vai viajar ele sai estando bem, agora, ele pode estar portando o vírus e estar assintomático, a barreira não vai perceber, não vai pegar, o fato, inclusive, mais claro disso, é que nós sem barreira até hoje não tivemos casos e aí se nós olharmos ao nosso redor, todo mundo que tinha barreira tem casos, da mesma forma, e não foram detectados na barreira, foi detectado a partir do momento que a pessoa apresentou sintomas.
O prefeito de Colniza não está permitindo a entrada de transportes coletivos no município, há legalidade no ato?
- A legalidade ela é discutível, pra nós em Juína nós temos um fator inclusive diferente, que nós somos passagem para outros municípios, então nosso jurídico analisou e não encontrou legalidade para nós impedirmos os ônibus de passar pelo nosso município, nós temos legalidade, por exemplo, de impedir que eles aportem na rodoviária, porque a rodoviária é um prédio público, municipal, então nós podemos impedir que os ônibus parem na rodoviária de Juína, porém nós não podemos impedir que ele passe, até porque não há o decreto proibitivo em Brasnorte, em Castanheira e nos demais municípios, então nós estamos cerceando o direito de ir e vir sendo que aqui é a única passagem que tem. Então nós fazermos a proibição de que o ônibus chegue até a rodoviária, nós entendemos que vai ser pior, porque aí as pessoas vão parar na BR, na Avenida, em qualquer outro lugar, onde a gente não tem condição de ter nenhum controle e vai criar uma situação desconfortável para as pessoas. Quanto a Colniza, lá é o fim da linha, Colniza é o último ponto dos ônibus, pode ser que ele consiga a manutenção dessa medida, tendo em vista que ele não está impedindo ninguém de seguir viajem, de ir para os municípios subsequentes, então pode ser até que essa medida prospere lá.
É possível acontecer o toque de recolher em Juína?
- Não, eu não vejo a necessidade disso nesse momento, até porque, como os estabelecimentos de alimentação, de bebida, eles não tem a permissão de consumo no local, a gente não tem o risco de aglomeração nesses espaços para que se tenha o toque de recolher, poderemos, se chegar lá na frente em uma situação mais extrema, ter isso.
Por que não liberar restaurantes e lanchonetes restringindo o número de mesas e pessoas a serem atendidas?
- O nosso decreto liberou todos os setores de alimentação, ele liberou para abertura e para o fornecimento sem consumo no local, nós tínhamos até uma proposta de chegar a uma liberação de 30% da ocupação, no entanto, o decreto estadual tem essa vedação, ele permite espaços de alimentação e congêneres única e exclusivamente no delivery, então há uma vedação no decreto estadual, inclusive eu vi ontem que Sinop que havia permitido essa abertura acabou de ser derrubado porque o decreto estadual veda essa abertura para consumo no local.
O novo caso suspeito de coronavírus em Juína é da zona rural, considerando que em Juína existem fazendas com um grande número de funcionários, eles vão ter um tratamento especial?
- Por enquanto é caso suspeito ainda, estamos aqui na torcida para que o exame dê negativo e não se concretize, mas independente de se concretizar ou não, nós temos na região inteira várias fazendas que tem um grande número de trabalhadores, muitas delas tem um núcleo urbano, a maioria delas tem alojamento onde várias pessoas fazem refeições juntas, tem o espaço para dormir junto, e que o risco ele é tanto quanto o risco aqui na cidade, até porque seja uma fazenda que trabalha com gado, que trabalha com plantação, você sempre tem um fluxo grande de caminhoneiros, de pessoas que vem de fora para trazer insumos, pra carregar boi, pra carregar safra, enfim, o perigo de contágio não é diferente daquele que se tem aqui na cidade e as necessidades dos cuidados também são os mesmos.
A prefeitura de Juína está sempre vigilante contra o Coronavírus e reforça que o distanciamento social é cuidar da sua saúde e do próximo!
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