Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que imitam recém-nascidos, têm gerado controvérsias no Brasil, envolvendo disputas legais e propostas legislativas para restringir sua comercialização. Criadas artesanalmente com materiais como vinil e silicone, essas bonecas apresentam detalhes como pele macia, cabelos implantados fio a fio e olhos de vidro, tornando-se objetos de coleção e, em alguns casos, utilizados terapeuticamente por adultos que enfrentam luto ou outras questões emocionais .
Recentemente, a popularidade dos bebês reborn nas redes sociais aumentou, com influenciadores e celebridades adotando esses objetos como parte de suas rotinas. No entanto, essa tendência gerou críticas, com alguns questionando a saúde mental de indivíduos que tratam bonecas como filhos substitutos .
Em resposta a essas preocupações, a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro aprovou um Projeto de Lei que propõe a criação do "Dia da Cegonha Reborn", a ser celebrado em 4 de setembro, em homenagem às artesãs que produzem essas bonecas. O vereador Vitor Hugo (MDB), autor da proposta, destacou que as bebês reborn têm recebido crescente atenção globalmente .
Enquanto isso, em Curitiba (PR), uma loja especializada em bebês reborn foi invadida por criminosos que causaram um prejuízo estimado em R$ 55 mil, levando diversas bonecas e outros itens do estabelecimento
Esses eventos destacam a crescente presença e controvérsia em torno dos bebês reborn no Brasil, levantando questões sobre sua comercialização, uso terapêutico e impacto social.
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