O desaparecimento de Silvana e de seus pais, registrado no fim de janeiro, segue cercado de mistério e mobiliza as forças de segurança no Rio Grande do Sul. O caso começou no dia 24 de janeiro, quando Silvana publicou em uma rede social que teria sofrido um acidente de trânsito durante o retorno de uma viagem a Gramado, na Serra Gaúcha. No dia seguinte, ela voltou às redes apenas para agradecer pelas orações recebidas. Desde então, o celular da mulher permanece desligado e não houve mais nenhum contato.
No dia 25 de janeiro, após serem alertados por vizinhos sobre as publicações, os pais de Silvana iniciaram as buscas pela filha. Eles chegaram a ir até uma delegacia do município, mas encontraram a unidade fechada por se tratar de um domingo. Depois disso, os três não foram mais vistos.
A família é proprietária de um minimercado localizado em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O estabelecimento está fechado desde o desaparecimento, o que reforçou a preocupação de moradores e clientes da região.
De acordo com a Polícia Civil do Rio Grande do Sul, o acidente de trânsito relatado por Silvana não aconteceu. Durante as investigações, o carro da mulher foi encontrado na garagem da própria residência, com a chave deixada dentro do imóvel.
Imagens de câmeras de segurança apontam uma movimentação considerada suspeita na noite do desaparecimento. Por volta das 20h30, um carro vermelho chegou à casa e saiu cerca de oito minutos depois. Às 21h28, o veículo de Silvana entrou na garagem. Já às 23h30, outro automóvel chegou ao local, permaneceu por aproximadamente 12 minutos e deixou a residência.
A polícia ainda não confirmou se era Silvana quem dirigia o próprio carro, nem conseguiu identificar os motoristas dos outros veículos. Também não está descartada a hipótese de que os dois carros vistos anteriormente sejam, na verdade, o mesmo veículo.
Durante a perícia na residência de Silvana, foram encontrados vestígios de sangue em um banheiro e em uma área nos fundos da casa, porém sem sinais de luta corporal. Na casa dos pais, os investigadores localizaram um projétil, identificado como sendo de festim. Segundo o delegado Anderson Spier, o objeto, a princípio, não tem relação direta com o caso, mas exames periciais ainda irão esclarecer a situação. O imóvel estava limpo e organizado.
Nesta quarta-feira (18), a Polícia Civil informou que um suspeito foi flagrado dentro da casa das vítimas três dias após o desaparecimento. Imagens de câmeras de segurança registraram a presença de Cristiano Domingues Francisco no local, no dia 28 de janeiro, informação considerada crucial para o avanço das investigações.
O caso continua sendo apurado e novas diligências estão em andamento para esclarecer o paradeiro da família e as circunstâncias do desaparecimento.
Redação Metro FM
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