Metrô FM Juína 87.9 - Tá na Metrô, Tá Bom de Mais!
Metrô FM Juína 87.9 - Tá na Metrô, Tá Bom de Mais!

NOTÍCIA

BRASIL TEM 5º MAIOR PODER DE COMPRA DA AMÉRICA DO SUL, MAS SEGUE ENTRE OS PAÍSES MAIS DESIGUAIS

Data: Sábado, 20/06/2026 10:16
Por: Metro fm Juina

O Brasil possui o quinto maior poder de compra médio da América do Sul, de acordo com levantamento que compara a renda da população ajustada pelo custo de vida em cada país. Apesar do desempenho econômico, o país continua entre os mais desiguais da região.

Os dados indicam que o rendimento médio dos brasileiros, quando ajustado pela paridade do poder de compra, coloca o país atrás de nações sul-americanas com renda média mais elevada. Ao mesmo tempo, o Brasil aparece como o segundo país mais desigual entre aqueles que possuem séries disponíveis do Índice de Gini na região.

O Índice de Gini é utilizado internacionalmente para medir a desigualdade de renda. Quanto mais próximo de 1, maior a concentração de renda em uma parcela menor da população.

Estudos recentes apontam que a desigualdade permanece como um dos principais desafios do país. Os 10% mais ricos concentram uma parcela significativa da renda nacional, enquanto a metade mais pobre possui participação reduzida na distribuição dos rendimentos.

Segundo levantamentos internacionais, o Brasil aparece entre os países com maior concentração de renda do mundo. Em um ranking global, o país ocupa a quinta posição em desigualdade de renda, ficando atrás apenas de África do Sul, Colômbia, México e Chile.

Especialistas apontam que, embora indicadores sociais tenham apresentado avanços nos últimos anos, a concentração de renda e patrimônio ainda representa um obstáculo para a redução das desigualdades. Dados recentes do IBGE mostram que a desigualdade de renda teve pequena alta em 2025, embora permaneça próxima dos menores níveis da série histórica.

Os números reforçam um cenário em que o Brasil mantém relevância econômica na América do Sul e poder de compra superior ao de alguns países vizinhos, mas ainda enfrenta grandes desafios para tornar a distribuição de renda mais equilibrada.